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Leão (nome científico: Panthera leo)

O leão é um animal solar.. Esse felino soberano simboliza o poder, a sabedoria, o orgulho, a juventude, a ressurreição, a segurança, a proteção, a justiça. O leão é um animal combativo.

Leão de Judá: é a representação do próprio Jesus. “E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos.” (Apocalipse 5-5 ).

No cristianismo, o leão simbolizava o evangelista São Marcos e o padre São Jerônimo, que na iconografia cristã aparece ao lado de um leão. A relação amistosa entre São Jerônimo e o leão demostra a força da fé cristã e teria origem a partir do fato de o padre ter removido um espinho da pata do felino fazendo com que o animal se tornasse seu companheiro de vida.

Na psicanálise, o leão representa a força e a autoridade.
Na mitologia egípcia, o leão era um antigo símbolo da ressurreição e de proteção. No simbolismo medieval, o leão era considerado um agente da ressurreição, por isso, nas pedras tumulares, é o guardião dos túmulos, aquele que protege contra os maus espíritos, sendo encontrada sua representação nos túmulos de heróis, simbolizando, assim, a força e a coragem.

 O leão tem sido um ícone para a humanidade por milhares de anos, aparecendo em culturas de toda a Europa sempre com uma representação positiva, representando tanto força como nobreza. Uma descrição comum é a sua representação como “rei da selva” ou “rei dos animais”, daí, o leão tem sido um símbolo popular da realeza e imponência, bem como um símbolo de bravura. Está amplamente representado em esculturas, pinturas, bandeiras nacionais, brasões, em filmes e na literatura contemporâneos.

Representações de leões datam desde o início do Paleolítico Superior. Sua mais antiga datação é de cerca de 40 000 anos. O leão é um motivo comum na arte chinesa (século V a.C.) e tornou-se mais popular durante a dinastia Han (206 a.C. – 220 d.C.), quando os “leões guardiães imperiais” foram colocados na frente dos palácios imperiais para proteção.

“Leão” foi usado como apelido por vários governantes guerreiros medievais com uma reputação de bravura. Leões são frequentemente descritos em brasões ou como um dispositivo em escudos. O leão é usado como um símbolo de equipes desportivas como o Detroit Lions do NFL, Chelsea e Aston Villa da liga britânica.

Leões continuam a figurar na literatura moderna, sendo símbolo heráldico de muitas famílias da nobreza da série de livros das Cronicas de Gelo e Fogo, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa e livros da série As Crônicas de Nárnia, o mascote da Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), no mangá como ‘’Kimba, o Leão Branco até a Walt Disney ‘’o Rei Leão.

DIAMANTES

O diamante simboliza a verdade, a pureza, a perfeição, a dureza, a maturidade, a imortalidade, a limpeza, a fidelidade, a energia, o sol. Sua dureza incomparável torna esta pedra preciosa um símbolo apropriado para a durabilidade e constância;

O diamante representa a vida, a luz, o brilho, o sol, um emblema da pureza e da perfeição, de invencível poder espiritual, além de ser a pedra do compromisso entre casais, exprimindo fidelidade.

Espiritual: De acordo com suas características de durabilidade e seu poder de riscar e cortar, no budismo, o diamante simboliza o invencível poder espiritual, o inalterável e o imutável. Sem espanto, Buda aparece num trono de diamantes irradiado pela luz que emana das pedras, símbolo de força, de verdade, de perfeição. Para os budistas tibetanos, o raio de diamante é o símbolo da iluminação espiritual.

Nas tradições da Europa Ocidental o diamante opera afastando os fantasmas, os maus espíritos, os pesadelos, os feiticeiros e os terrores da noite. Nesse sentido, o diamante está associado também com a luminosidade do sol, além de limpeza do ambiente e da energia. Na alquimia indiana, o diamante é considerado a “pedra filosofal” simbolizando a imortalidade. Muito utilizado nas meditações, acredita-se que os diamantes absorvem as emoções e limpam a alma.

Durante o Renascimento, o diamante simbolizou a equanimidade (serenidade de espírito em todas as circunstâncias; constância de ânimo; justiça ao julgar; imparcialidade, neutralidade), ou seja a igualdade da alma, a integridade do caráter, a fé, a coragem, a libertação do espírito de qualquer temor. O pintor italiano Sandro Botticcelli (1445-1510), ao representar Minerva – a deusa romana das artes e da sabedoria – adorna seu vestido com um anel de diamantes, após dominar um centauro. Nesse caso, o diamante simboliza a coragem, a libertação da alma, a fé.

Em decorrência de ser ser uma pedra preciosa dificilmente quebrável, o diamante faz referência às relações afetivas. Símbolo da perfeição, essa pedra preciosa muito utilizada nos anéis de noivado, representa a pureza da união matrimonial, a fidelidade do casal e, ademais, a durabilidade do diamante evoca a solidez da relação.

O nome diamante deriva do grego adamas e significa “invencível”, associação feita sua durabilidade. O diamante é o mais duro material de ocorrência natural que se conhece. Isto significa que não pode ser riscado por nenhum outro mineral ou substância, exceto o próprio diamante.

COROA

É o símbolo mais importante da realeza. Entre outros, denota poder, autoridade, liderança, legitimidade, imortalidade e humildade. A sua forma circular simboliza perfeição e uma ligação com o divino, pois a pessoa que recebe a coroa une o que está abaixo e acima dela, o que faz dela uma conexão entre o terreno e o celestial, o humano e o divino. A coroa é, ainda, a representação de uma promessa de imortalidade, ainda que seja da memória, como recompensa pelos feitos prestigiosos em vida.

O simbolismo da coroa baseia-se em três fatores principais: o local do corpo onde é colocada, sua forma em círculo e o material de que é feito. O simbolismo da coroa é muito similar ao do chifre dos animais, e remete à ideia de elevação e iluminação. Tanto o chifre como a coroa estão elevados acima da cabeça, e são distintivos de poder e luz.

Antigamente, as coroas eram ornadas com pontas, se assimilando mais ao chifre, e levavam pedras preciosas representando raios de luz.

Por ser colocada na cabeça, simboliza superioridade, e enaltece valores associados à racionalidade, à nobreza. Todavia, a coroa simboliza também humildade, pois quando o corpo curva-se a cabeça declina-se. A coroa real é o símbolo da autoridade monárquica. Representada na heráldica cívica, também simboliza o soberano. Sua forma fechada na parte superior representa a unidade do Estado e do povo.

Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora – simboliza, para os católicos, as dores que Maria, como mãe de Jesus, teria sofrido na terra.

FLOR DE LIS

Tal como o lírio, simboliza a pureza, a virgindade, a beleza e a renovação espiritual. Esse símbolo é o lírio da realeza usado inicialmente pela realeza francesa desde o século XII, tornando-se emblema da França, onde simboliza poder, soberania, lealdade e honra.

Espiritual: é também de um símbolo religioso. Para os cristãos, ela não só representa a virgindade de Maria e a pureza do anjo Gabriel, como as pessoas Pai, Filho e Espírito Santo num só Deus – a Santíssima Trindade.

A palavra lis significa lírio ou íris, mas também pode ser uma contração de “Louis”, do francês, Luís, primeiro príncipe a utilizar o símbolo (ficando assim “fleur-de-louis”, ou “flor de Luís”). É uma das quatro figuras mais populares em brasonaria, juntamente com a águia, a cruz e o leão.

 

ESCUDO

Sentido bíblico: “Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno” Efésios 6:16. O escudo que é retratado na armadura de Efésios é um escudo romano. Esse escudo, chamado ‘scutum’, era aquele escudo longo que cobria dos pés à cabeça. Muitas vezes, imaginamos um escudo redondo e pequeno, mas aqui, Paulo especifica esse tipo de escudo que é muito peculiar ao exército romano e muito significativo na simbologia que ele empregou para as armas espirituais.

O escudo romano, assim como o escudo da fé, tinha dois objetivos principais. 1) a proteção do exército contra as lanças, flechas e espadas inimigas.

2) escudo era usado para possibilitar o avanço de toda uma legião. Essa tática ficou conhecida historicamente como “formação tartaruga”, pois era forte e defensivamente rígida como o casco de uma tartaruga. Por mais lentos que fossem as legiões romanas, elas eram firmes e poderosas contra os inimigos.

O exemplo de Paulo nessa armadura também objetiva esses dois aspectos. Primeiramente, vemos o escudo como a principal arma de defesa. A fé, como peça fundamental contra os dardos do diabo. E, de fato, sem fé não conseguiríamos permanecer contra os intentos do inimigo. Seria impossível viver a vida de Deus sem esse escudo de defesa, pois somos constantemente atacados pelo inimigo e, uma vez sem esse escudo, seríamos alvos fáceis.

O segundo aspecto tem a função de mobilidade. A força defensiva do escudo permite à Igreja contra-atacar o inimigo. A palavra nos diz que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Igreja de Jesus (Mateus 16:18). Aqui, Jesus está claramente demonstrando um aspecto ofensivo da Igreja, e assim podemos dizer que pela fé poderemos avançar contra as portas do inferno.

Se temos pensado na fé enquanto uma certeza que se realiza, podemos também dizer que, quando evangelizamos e as pessoas se convertem, estamos atuando exatamente nesse sentido da fé e roubando o inferno.

Certamente, suas portas não prevalecerão contra nós. Esse é só um exemplo da fé operante, mas existem outros. O exemplo de Jesus, em Lucas 4, é um excelente exemplo do escudo sendo usado na defensiva. Ali, Jesus se firmou na palavra com tamanha fé que o diabo nada teve a fazer senão recuar. O que isso nos lembra? Tiago 4:7 nos diz: “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”.

 

 

FAMÍLIA TIPOGRÁFICA
Personalidade, originalidade, modernidade, ampla variação

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